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Uma sugestão: Diário de um Cromo

por GILCO, em 25.10.13
O livro de que gostei mais foi O Diário de um Cromo. Não é um livro muito grande e os seus capítulos são pequenos. Trata-se de um diário com vocabulário bastante perceptível para leitores da nossa idade e o texto é acompanhado de imagens.  

 Esta obra tem três volumes, no primeiro há partes tristes que deixam as pessoas a chorar, mas se virmos pelo lado contrárío até têm piada algumas situações descritas. O livro é como se fosse um típico diário, com as datas no topo de cada folha. A parte mais engraçada é que podemos ler o livro pelas datas do dia, por exemplo,  posso ler a história que está reservada ao dia de hoje. O volume dois também é muito engraçado e o terceiro é hilariante. 

 O autor desta obra é Jonathan Meres. Este não é muito conhecido mas escreve muitissímo bem. Para mim é um dos melhores escritores da atualidade e, por isso, aconselho a todos a colecção O Diário de um Cromo. 

                      Maria Carolina Veloso, 6.º B

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publicado às 12:18


Lenda das Sete Cidades

por GILCO, em 24.10.13

 

Há muitos, muitos anos, vivia no Reino das Sete Cidades uma pequena Princesa chamada Antília. A menina era a filha única de um velho Rei viúvo que era conhecido pelo seu mau feitio. Senhor das Alquimias e do Saber, o Rei vivia em exclusivo para a sua filhinha, não gostando que a Princesa falasse com ninguém. A menina ora estava com o pai, ora estava com a velha ama que a criara desde o nascimento, altura em que a Rainha sua mãe falecera. Os anos foram passando, Antília foi crescendo e um dia já não era mais aquela menina de tranças loiras caídas sobre os ombros, enfeitadas com flores silvestres; tinha-se transformado numa linda jovem, uma Princesa capaz de encantar qualquer rapaz do seu reino.

 

Contudo, se todos ouviam falar da beleza da jovem Princesa, eram poucos ou nenhuns os que a conheciam, pois o Rei não gostava que ela saísse do castelo nem dos jardins que o circundavam. Mas Antília não se deixava intimidar pelo pai, e com a ajuda da velha ama costumava esquivar-se todas as tardes, enquanto o Rei dormia a sesta depois do almoço. Saía pelas traseiras, sem que ninguém a visse, e ia passear pelos montes e vales próximos. Num desses passeios, andando pela floresta, um dia a Princesa escutou uma música. A música era tão linda, encantou-a de tal forma, que ela se deixou guiar pelo som e foi descobrir um jovem pastor a tocar flauta, sentado no cimo de um monte. Era ele o autor de tanta maravilha! A Princesa, encantada, deixou-se ficar escondida a ouvir o jovem a tocar flauta. E ouviu-o escondida durante semanas, até que o pastor, um dia, a descobriu por detrás de uns arbustos.

 

Ao vê-la foi amor à primeira vista, e era recíproco, pois ela também estava apaixonada por ele. Os jovens continuaram a encontrar-se. Passavam as tardes a conversar e a rir, o pastor a tocar para a Princesa e ela a escutá-lo enlevada, e ambos se sentiam muito felizes juntos. Um belo dia o pastor decidiu pedir a Princesa em casamento. Logo pela manhãzinha, o jovem bateu à porta do Castelo, e pediu ao criado para falar com o Rei. Pouco depois o criado voltou e levou-o à presença do Soberano. Muito nervoso mas determinado, o pastor fez-lhe uma vénia e, olhando-o nos olhos, disse:

 

- Majestade, gosto muito de Antília, sua filha, e gostaria de pedir a sua mão em casamento.

 

- A mão de minha filha, NUNCA... OUVISTE... NUNCA - disse o Rei aos berros.

  

- Criado, põe este pastor atrevido na rua.

 

 

O jovem bem tentou argumentar, mas ele não o deixava falar, e expulsou-o do Castelo. Em seguida o Rei mandou chamar Antília e proibiu-a de ver o pastor. Antília mais não fez do que acatar as ordens do Rei seu pai. E nessa mesma tarde foi ter com o seu amor e disse-lhe que nunca mais se podiam encontrar. Os dois jovens choraram toda a tarde abraçados. As suas lágrimas, de tantas serem, formaram duas lindas e grandes lagoas, uma verde da cor dos olhos da Princesa, a outra azul da cor dos olhos do pastor. E ainda hoje estas duas lagoas continuam no Vale das Sete Cidades, na Ilha de São Miguel, lá nos Açores, para avivar a memória de todos quantos por ali passam, e recordar o drama dos dois apaixonados.

 

Fonte: http://sotaodaines.chrome.pt/sotao/histor24_1.html

Catarina Matos, Maria Ribeiro e Rita Costa, 7.º A

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publicado às 10:00


O mito de Hércules

por GILCO, em 24.10.13

Héracles, ou Hércules, foi um dos grandes heróis da Grécia Antiga. Hércules era um semi-deus, devido a ser filho de Zeus e de uma simples mortal chamada Alcmena, que era considerada a mulher mais bela da época. Hércules nasce do encontro de seu pai com Alcmena enquanto a mulher de Zeus, Hera, se encontrava ausente a caçar. 

 

Dono de uma força invejável, Hércules é conhecido pelas suas inúmeras aventuras. Hércules casou com Dejanira, a qual amava muito. Mas certo dia, numa das suas expedições foi ter a uma das terras do centauro chamado Néssus. Hércules pediu a Néssus para ajudar Dejanira a atravessar o rio, dado que ela não conseguia atravessá-lo sozinha. Néssus a meio do rio, decide beijar a mulher de Hércules. Este estava na outra margem de onde assistiu a tudo o que se passou e disparou uma seta que trespassou o coração do centauro. Néssus, antes de vacilar, deu a Dejanira um filtro muito poderoso, que podia causar a morte por envenenamento do seu portador, caso fosse borrifado na roupa. Dejanira guardou o filtro e foi a nado até à margem onde se encontrava Hércules.     

 

Pouco depois, Hércules meteu-se noutra nova aventura, onde salvou uma bela rapariga de nome Íole, levando-a consigo à ilha de Eubéia, onde havia um altar, para fazer sacrifícios a Zeus. Lá, querendo oferecer um sacrifício a Zeus, mandou um mensageiro à sua casa em Traquis para buscar uma túnica. Licás, o mensageiro não só cumpriu a sua missão, como contou a Dejanira toda a aventura de Hércules e falou da bela Íole. Dejanira, encheu o seu coração de ciúmes, e lembrou-se do venenoso filtro de Néssus. Entregou então ao mensageiro a túnica, mas borrifada com tal filtro venenoso.


Ao receber a túnica, Hércules vestiu-a e foi ao altar oferecer o sacrifício a Zeus. Quando lá chegou, começou a sentir no corpo uma dor imensa, como se tivesse vestido uma túnica feita de fogo. Hércules então morreu queimado.   Dejanira achava que a túnica fosse para Íole, e não para Hércules. Ao saber do acontecimento enforcou-se numa árvore. Zeus então transformou seu filho numa das constelações do céu.

 

Ana Rita Tavares, Gustavo Fernandes e Rita Pinto, 8º A

 

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publicado às 09:24


A Lenda do Milagre das Rosas

por GILCO, em 18.10.13

Conta a lenda que o rei D. Dinis foi informado sobre as ações de caridade da rainha D. Isabel e das despesas que implicavam para o tesouro real. Um dia, o rei decidiu surpreender a rainha numa das suas habituais caminhadas para distribuir esmolas e pão aos necessitados. Reparou que ela procurava disfarçar o que levava no regaço. D. Dinis perguntou à rainha onde ia e ela respondeu que se dirigia ao mosteiro para ornamentar os altares. Não satisfeito com a resposta, o rei mostrou curiosidade sobre o que ela levava no regaço. Após alguns momentos de atrapalhação, D. Isabel respondeu: "São rosas, meu senhor!". Desconfiado, o rei acusou-a de estar a mentir, uma vez que não era possível haver rosas em janeiro. Obrigou-a, então, a abrir o manto e revelar o que estava lá escondido. A rainha Isabel mostrou, perante os olhos espantados de todos, as belíssimas rosas que guardava no regaço. Por milagre, o pão que levava escondido tinha-se transformado em rosas. O rei ficou sem palavras e acabou por pedir perdão à rainha que prosseguiu com a sua intenção. A notícia do milagre correu a cidade de Coimbra e o povo proclamou santa a rainha Isabel de Portugal.

Fonte: http://www.infopedia.pt/$lenda-do-milagre-das-rosas;jsessionid=8e8ANscC80tnX3TPAtg-YA

 

Catarina Lourenço, Diogo Santos e Beatriz Gomes, 7.º A

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publicado às 11:40


Gabriel Garcia Márquez

por GILCO, em 17.10.13

A vida

Gabriel Garcia Márquez nasceu a 6 de março de 1927. Para além de escritor e criador do estilo “Realismo Fantástico”, é jornalista, editor e ativista político colombiano.

 

Com 20 anos, foi estudar Ciências Políticas e Direito na Universidade de Bogotá. Contudo, abandou o curso sem terminá-lo. Posteriormente começou a trabalhar como jornalista. Em 1958 casou-se com Mercedez Barcha com quem teve dois filhos. Mais tarde, foi trabalhar para Nova Iorque como correspondente internacional. Porém, as suas ligações com o regime político de Cuba fez com que a CIA o perseguisse.

 

Ganhou prémio Nobel da Literatura, em 1982, por se considerar que “produziu, através do campo literário, o mais magnífico trabalho numa direção ideal”. O seu trabalho inclui obras como a tão conhecida Cem anos de solidão. Fundou a Escola Internacional de Cinema e Televisão em Cuba. Vive atualmente em Cuba, onde luta contra um cancro linfático. A quimioterapia a que foi submetido acelerou o processo de demência já presente no histórico da sua família.

 

Obras

Gabriel Garcia Márquez foi um dos mais importantes escritores do século XX, reforçando o reconhecimento da literatura latino-americana a nível internacional. As suas obras foram influenciadas pelas histórias que o seu avô materno contava sobre a guerra dos mil dias, na qual participou.

 

Obras mais conhecidas:

  • Relato de um náufrago – 1955
  • Ninguém escreve ao coronel – 1961
  • Cem anos de solidão – 1967
  • Crónica de uma morte anunciada -1981
  • O Amor nos tempos da cólera - 1985

 

Gabriel Garcia Márquez 

  Maria Pato 9.º ano

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publicado às 11:41

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