Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




A origem do Carnaval

por Dona Professora, em 28.02.14

 O Carnaval teve origem na Grécia, entre os anos 600 a 520 a.C. Os gregos festejavam o Carnaval para agradecer aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção agrícola.


Mais tarde, a Igreja Católica recusou este tipo de festividade em honra dos deuses pagãos. Como era impossível acabar com todas as manifestações pagãs, a igreja acabou por celebrar essas de outra forma, como por exemplo, o Natal. No entanto, o Carnaval manteve as suas origens. Só em 590 d.C é que a Igreja Católica passou a comemorar esta época.

A origem da palavra Carnaval é ainda hoje debatida pelos historiadores e investigadores. Hiram Araújo, um historiador brasileiro,  defende que foi o Papa Gregório I, O Grande, que estabeleceu as datas do Carnaval e criou expressão  “dominica ad carne levandas” que, ao longo dos tempos foi sendo abreviada para a palavra “carnaval”. Por outro lado, outros investigadores defendem que a palavra tem origem no latim medieval “carnevale” que significa “adeus à carne”.

 

O Carnaval passa assim a ser o período que antecede a Quaresma, isto é, os 40 dias entre a quarta-feira de cinzas e domingo pascal, nos quais se deveria jejuar. De acordo com esta teoria, as pessoas dedicavam-se a “carnis vales”, ou seja, aos prazeres da carne.

 

Na Roma Antiga, o Carnaval era celebrado por todos, incluindo os escravos que eram libertados neste período. Ofereciam-se presentes, as lojas fechavam, e até se escolhia um rei falso que ía em cortejo pelas ruas. As pessoas andavam mais à vontade, com menos princípios morais.

 

No Renascimento (entre os séculos XIII e XVII), passaram a existir bailes de máscaras, onde as pessoas iam fantasiadas. Mais tarde, no século XVI , o Brasil também passou a celebrar o Carnaval, pelas mãos dos portugueses. Nessa altura, tinha o nome de Entrudo, que significava os três dias antes do início da Quaresma.

Contudo, o entrudo passou a ser censurado pela polícia em 1854. A partir daí, esta festa passou a ser mais parecida com o atual Carnaval, 

 

juntando um pouco das várias tradições.

 

 

Hoje em dia, o Carnaval é uma festa celebrada um pouco por todo o mundo. Destaca-se o Carnaval brasileiro com as suas escolas de samba a desfilar e a homenagear a tradição brasileira e até de outras culturas.

Em Portugal há várias terras que celebram esta época. O Carnaval mais conhecido e tradicional é o Carnaval de Torres Vedras. Este é uma mistura de todas as tradições já descritas. No entanto, a República passou a organizar uma grandiosa festa de rua, em que se substituiu a tradicional porcissão das cinzas pelo Entrudo (1912).  Assim o Carnaval abandona o seu caracter religioso.  

 

 

 

 


Texto coletivo, 6.ºB
 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 13:00


Ser poeta é...

por Dona Professora, em 27.02.14
A turma do 8.ºA está agora a iniciar o estudo do texto poético. Mas primeiro definiram o que é ser poeta, tal como Florbela Espanca fez no seu soneto mais conhecido. 

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

 

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

 

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

 

E é amar-te, assim perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:39


Histórias Maravilhosas do Oriente (IV)

por Dona Professora, em 27.02.14

    Do outro lugar, o irmão do meio, Ali, encontrava-se no meio do deserto no seu camelo a andar durante horas.

Ali, cansado de andar pelo deserto foi directamente para a cidade onde encontrou um pregoeiro que lhe mostrou um anel de diamantes.

    O pregoeiro perguntou ao príncipe:
    -Você veio de onde? Não é daqui da terra, pela sua roupa.

    - Não! Sou de uma cidade do Oriente. Já reparei que tem aqui um ótimo anel de diamantes. Quanto custa? – perguntou Ali entusiasmado.

    O pregoeiro respondeu:

    - Custa 50 escudos.

    - É bonito. Vou levá-lo. - elogiou Ali. 

    O pregoeiro começou a embrulhar o anel de diamantes e agradeceu.

 

    Ali foi dar umas voltas pela cidade para ver se encontrava mais alguma raridade para oferecer à princesa. Depois de dar muitas voltas, foi para a estalagem, viu um telescópio de marfim. Perguntou quanto custava, mas não tinha dinheiro suficiente para pagar. Entrou na estalagem e foi para a cama.

    No dia seguinte foi à procura de trabalho para ver se encontrava algo que permitisse ganhar dinheiro para a compra do telescópio. Foi falar com o pregoeiro a perguntar se conhecia alguém. Ele disse-lhe que sim, que conhecia um agricultor que precisava de ajuda para o campo porque estava a ficar velho. O pregoeiro falou com o agricultou para lhe dizer que já tinha encontrado alguém para o ajudar. Ali, foi ter com o agricultor e perguntou-lhe:

    - Quando eu posso começar a trabalhar?

    O agricultor respondeu-lhe:

    - Podes começar agora.

    Ali, ficou muito contente.

 

   Umas semanas depois, o príncipe já tinha dinheiro suficiente para comprar o telescópio e ia-se despedir do agricultor. Foi então que soube que o velho estava muito doente e tinha morrido. O príncipe ficou triste. Ali foi comprar o telescópio e perguntou à senhora da loja se o agricultor tinha filhos ou sobrinhos. A senhora respondeu que ele era casado, mas não tinha filhos nem sobrinhos. Ali comprou o telescópio e foi para casa do velho, onde lá ficou a cuidar da casa e do campo até ao fim do ano.

    Um determinado dia, chega a casa a mulher do velho que tinha desaparecido há muito tempo e perguntou-lhe quem ele era. Ele respondeu-lhe e explicou quem era e o que tinha acontecido ao seu marido. Ela ficou em choque e admirada com o que tinha acontecido. Ele explicou-lhe a promessa que tinha feito ao pai e a mulher do velho disse-lhe para ele ir que ela cuidava da casa. Ele aceitou e foi-se embora.

    A caminho de casa , ele passou pela estalagem onde os irmãos estavam à sua espera. Houssain e Ahmed chamaram-no para irem juntos os três para casa. Ao longo do caminho começaram os três a contar as suas experiências das suas viagens.

 

Quando chegaram a casa, o pai e a princesa estavam à sua espera. Cumprimentaram-se e entraram no castelo. A primeira coisa que o pai fez foi ver as raridades que cada filho trazia. Os três irmãos mostraram as raridades que tinham comprado e o pai levou-as para escolher a mais bonita, com a princesa. 

    Foi então que Ali, com a espera, começou a pensar nos bons momentos que tinha passado com o velho. Decidiu então dar as suas raridades à princesa e ir-se embora para a cidade tomar conta da casa. Chegou a casa do velho, tocou à campainha e a mulher do velho foi abrir a porta. Disse-lhe para entrar. Ali entrou e perguntou:

    - Pode por favor falar um pouco do seu marido?

     E ela respondeu:

    -Claro que posso.

    Ela disse que o marido era simpático, muito boa pessoa e que nuca se metia em problemas. Ali, ao ouvir a história decidiu cuidar da casa. Ele tinha lá muitas recordações. Quando a mulher do velho acabou de contar a experiência, Ali começou também a contar as experiências que teve com o agricultor. 

 

    O pai de Ali mandou chamá-lo para lhe dizer que ele e o irmão Ahmed tinham escolhido as melhores raridades. Ele não se importou e desejou as maiores felicidades ao seu irmão. E foi trabalhar para o campo, onde ficou a viver naquela casa para sempre.  Ahmed e a princesa viveram felizes para sempre. 

 

 

Gonçalo Santos e Beatriz Gomes, 7.º A

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:39


Histórias Maravilhosas do Oriente (III)

por Dona Professora, em 27.02.14

De seguida, Ali seguiu pela estrada do meio até que se deparou com um bando de mercadores. Depois, olhando bem em sua volta, apercebeu-se que estava em Badajoz. Era uma coisa linda, o príncipe olha em sua volta e o que via eram mercadores, uma cidade bonita. Para cada canto que olhava só via coisas magníficas, mas todas lhe pereciam vulgares. Eis que viu um lindo amuleto. Este tinha uma forma triangular, linda e brilhante como o sol nas tardes de verão, porém, o príncipe reparou que havia um género de pedrinha vermelha no centro do amuleto.

Ali dirigiu-se até à bancada onde se encontrava o amuleto e então perguntou:

-Boa tarde, para que serve este amuleto?

-Muito boa tarde, este amuleto tem uma característica especial, muito especial! -afirmou o mercadora.

-Então, qual é?

-Este amuleto tem o poder de fazer o tempo voltar atrás. Para tal basta carregar neste botão vermelho e, dependendo do tempo que carregar no botão, o tempo volta atrás.

-E quanto custa?

-Sesenta dinheiros!

-Tanto?

-Sim, se quiser eu faço-lhe uma demonstração. Mas não se admire, pois este amuleto é muito valioso!

-Muito bem, então faça!

A mercadora voltou atrás no tempo, o príncipe espantado quis logo comprar. Então deu sessenta dinheiros à mercadora.

Muito contente o Ali fez-se à estrada e montado no seu cavalo caminhou até à estalagem. Quando chegou não estava lá nenhum dos irmãos, portanto ficou à espera e pensou que iria ser ele a casar com a princesa.

De repente Ali reperou que ao fundo da sala estava uma espada pendurada na parede e que começou a brilhar. Intrigado o príncipe foi perguntar ao dono da estalagem a história daquela espada. O dono da estalagem explicou-lhe que aquela espada era mágica e que permitia detetar o perigo!

O príncipe pensou muito bem, mas não se conseguia decidir o que seria melhor: um lindo amuleto que fazia o tempo voltar a trás ou uma espada que detetava o perigo?

O prícipe pensou, pensou e pensou até que se decidiu. O amuleto era muito melhor e também ja não tinha dinheiro, o príncipe já estava decidido!

E assim fez. Quando os seus irmão regressaram, foram todos para o palácio real e secretamente Ali esperava que fosse o escolhido para casar com a princesa. 

Diogo Santos e Rita Costa, 7.º ano

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:36


Histórias Maravilhosas do Oriente (II)

por Dona Professora, em 27.02.14

A propósito da leitura de um excerto da obra Histórias Maravilhosas do Oriente, de Pearl S. Buck, os alunos da turma do 7º ano escreveram uma pequena narrativa que conta as aventuras dos irmãos Ahmed e Ali na busca de uma raridade para poderem casar com a bela princesa Nouronnibar. Eis mais uma apresentação em PowerPoint que foi representada na aula. 

 

Ali e a sua grande aventura.ppsx

 

 

Duarte Forte e Maria Ribeiro, 7.º A

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:35

Pág. 1/5



Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D

subscrever feeds