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A Cadeira: para que serve?

por GILCO, em 26.09.14

 

 

 

 

     

 As cadeiras têm quatro pernas para poder proporcionar equilíbrio e nível em comparaçao à mesa. As cadeiras, em geral, são feitas de madeira, com pernas de metal  que dão estabilidade e segurança a quem nelas se senta. No entanto, estas podem ser algo desconfortáveis.

       Embora as cadeiras tenham quatro pernas, alguns alunos gostam de se baloiçar nelas em apenas duas. Esta atitude parece incomodar os professores. As cadeiras têm a função de manter a postura do aluno direita não só para o bem da coluna, mas para mostrar respeito para com o professor. Mantendo uma postura direita demonstramos igualmente interesse na aula.
        Os professores corrigem-nos para nos sentarmos corretamente porque se preocupam connosco, a fim de evitar algum incidente mais caricato ou, até mesmo, grave. É importante que nos sentemos de forma correta e nos mantenhamos atentos nas aulas. 
 
Texto elaborado por Afonso Cabral (8.º ano), procurando refletir sobre a razão pela qual as cadeiras foram feitas com quatro pernas. 

 

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publicado às 10:10


Literatura fantástica (o fim)

por GILCO, em 08.09.14

De repente Mary Anne gritou:

-Eia! Acho que está aqui a solução!

-Mostra! – respondeu!

Debruçaram-se ambos sobre o pergaminho velho que tinha como título: “Mata-demónios”. Aí explicava-se como acabar definitivamente com uma influência demoníaca. Para tal precisavam de pó azul Zeta-Peta, duas gotas de sangue humano diferentes e um líquido verde cujo nome era impossível de pronunciar. Bastava misturar isso num pote em cima da caldeira ardente, guardar o preparo bem quente e tentar atirar o vapor dessa mixórdia para cima da criatura.

Dirigiram-se para a cozinha, recolheram os ingrediates, fizeram o preparo e colocaram-no numa garrafa de sumo que trouxera para o famoso lanchinho. Agora restava encontrar a criatura e essa talvez fosse a parte difícil.

Mary Anne desconfiava que ela estaria numa cave, fechado num calabouço. Decidiram ir até lá. Agora sim, Mary Anne mostrava receio. Parecia que cada passo era pensado cautelosamente para não errar e destruir o plano. Chegaram à cave escura e cheia de teias de aranha. Com a ajuda da lanterna que já fora tão útil no salão conseguiram descobrir o ferrolho do alçapão que os levava aos calabouços. Mary anne tira a lanterna a John, mas as suas mãos trémulas deixaram-na cair e o seu vidro partiu-se, tornando-a obsoleta.

John puxou Mary Anne por um braço e dirigiu-se ao alçapão. Era ele agora o líder da operação.  Apesar do medo que os dominava, abriram o alçapão e logo foram assombrados por uma figura escura, densa que se movimentava nervosamente. À primeira tentativa de libertar o vapor do seu feitiço da garrafa falharam o alvo e agora só tinham uma derradeira tentativa. Se falhassem, nada mais poderiam fazer, pois não havia mais pó azul Zeta-Peta e não saberiam onde encontrá-lo.

John aproximou-se novamente da criatura para distraí-lo enquanto Mary Anne se chegou por trás e abriu lentamente a garrafa. O vapor envolveu toda a criatura e ela esvaiu-se como uma nuvem que desaparece. O desaparecimento gradual daquela “coisa” foi apenas acompanhado por um grito sibilante que parecia romper os tímpanos dos jovens.

Ao mesmo tempo ouviam-se gritos no sótão:

-Mary Anne, onde estás? Mary...

Era o irmão que gritava desesperado por estar sozinho. Quando chegaram até ele, corria de um lado para o outro, batendo em todas as caixas e móveis que encontrava pela frente. Perdera o poder de trespassar objetos. A casa começou a tremer, um buraco negro abriu-se no chão quando de repente:

-John, ACORDA!!!!  Estás atrasado para a escola!

-Atrasado, parece que nem dormi! Que pesadelo terrível. Parecia tudo tão real... Tenho de deixar de ler livros de high fantasy.

Vestiu-se à pressa e nem lavou a cara. Saiu porta fora, e quando passou por aquela casa não conseguiu deixar de pensar no que sonhara. Afinal a casa estava ali como sempre estivera: de portão aberto, janelas partidas e árvore tombada. Não havia neve, apenas um denso matagal de ervas daninhas.

Entrou na escola a correr, bateu à porta e pediu licença à professora de Português:

-Posso entrar?

-John, tão atrasado. Para variar as aulas à quinta-feira começam sempre às 9h e tu chegas às 9h15. Ainda não percebeste o horário ao fim de quase um ano letivo? Bem, não interessa, és um caso perdido! Senta-te no teu lugar e aproveito para te apresentar a nova colega que veio transferida de outra escola. Mary Anne Anderson.

 

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publicado às 09:43


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