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Para o 7.º A ser poeta é....

por Dona professora, em 15.11.16

 

Hoje o 7.º A foi brincar com as palavras e procurou definir o indefinível: SER POETA!

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7.º ano

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publicado às 09:31


João, um poeta na turma do 7.º A

por Dona professora, em 14.11.16

A propósito de um excerto da obra Na água do tempo (Diário) de Luísa Dacosta e do texto "Um poeta na turma" de Sebastião da Gama, o nosso poeta propôs-se a escrever ele também um poema sobre as palavras. 

 

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Há muitos significados para "palavra", 

e são todos diferentes: 

conjunto de letras, constante da vida, etc. 

muda de gentes para gentes. 

 

Há palavras que: 

são flamejantes como fogo, lareira, coração de amor desejante;

são intensas como o vermelho, a amizade, o suor;

nos fazem viajar como o livro e o sonho; 

da vida são uma constante. 

 

Mas o mistério é só um:

quem as recolhe,

partidas e imaculadas, 

nas suas frágeis conchas de letras?

 

João Fernandes, o Poeta, 7.º A

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publicado às 12:45


Antonio Gedeão

por Dona professora, em 08.11.16

Rómulo de Carvalho

Uma biografia de um poeta cientista

Rómulo de Carvalho viveu a maior parte da sua vida em Lisboa, onde nasceu e morreu, em 24 de novembro de 1906 e 19 de fevereiro de 1997, respetivamente. De seu nome completo Rómulo Vasco da Gama de Carvalho, optou mais tarde por usar o pseudónimo António Gedeão, tornando-se muito conhecido no mundo literário.

Oriundo de famílias humildes, é filho de José Avelino da Gama de Carvalho e Rosa das Dores de Oliveira Gama de Carvalho. Casou duas vezes e teve um filho por cada matrimónio: Frederico de Carvalho, também formado em ciências, e Cristina Carvalho, escritora.

Estudou na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (1928-31), onde se formou em Ciências Físico-químicas e um ano mais tarde forma-se em Ciências Pedagógicas, na mesma Universidade. Posteriormente, deu aulas como professor desta área no Liceu Pedro Nunes e Liceu Camões, ambos em Lisboa e no Liceu D. João III, em Coimbra. Entre 1946 e 1974, foi co-diretor da Gazeta de Física, órgão da Sociedade Portuguesa de Física.

Destacou-se ainda na área da divulgação e investigação científica, tendo os seus livros e artigos em jornais revelado a sua preocupação com o despertar do interesse dos portugueses pelo conhecimento científico; foi ainda autor de vários manuais escolares, que se destacaram pela inovação de grafismos e a forma de expor assuntos mais complexos. Foi o autor de Ciência para Gente Nova e Física para o Povo, que, tal como o nome indica, destinavam-se a leigos na área científica.

 Como professor, procurou sempre nas suas aulas integrar o ensino experimental, de forma a complementar os conhecimentos teóricos, para que os seus alunos compreendessem melhor os conteúdos abordados. Dirigiu o museu Maynense, que faz parte da Academia das Ciências de Lisboa, que se dedicava ao estudo da ciência no século XVIII, sendo o responsável pela reorganização desta instituição.

Na literatura, Rómulo de Carvalho optou por usar o seu pseudónimo António Gedeão e destacou-se como poeta e dramaturgo. Foi só aos cinquenta anos que começou a publicar obras escritas sob o seu pseudónimo. A sua poesia revela uma grande sensibilidade e simplicidade, abordando temas humanistas. Entre os seus poemas mais conhecidos, encontram-se “Lágrima de Preta” e “Pedra Filosofal”, ambos posteriormente musicados por Manuel Freire, com grande sucesso.

Resultado de imagem para antonio gedeao    Resultado de imagem para ES antonio gedeaoO seu contributo na literatura, educação e ciência foi reconhecido em várias homenagens. Existe uma estátua em sua honra em Oeiras, uma rua com o seu nome em Lisboa, é patrono da Escola Secundária António Gedeão em Almada, recebeu a Grã Cruz da Ordem de Mérito de Santiago de Espada e a Medalha de Mérito Cultural pelo estado português, em 1996.

O Dia Nacional da Cultura Científica foi criado em sua honra (1996), tendo sido escolhido o dia 24 de novembro para a sua celebração, dia em que nasceu Rómulo de Carvalho.   

 

Para escutar....

Pedra Filosofal

Lágrima de Preta

Texto coletivo, 7.º ano

 

 

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publicado às 09:00


Sabedoria popular do 6.º B - Provérbios

por Dona professora, em 03.11.16

Quem vai à guerra dá e leva.

Quem vai ao ar perdeu o lugar.

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Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

Quem tudo quer tudo perde.

Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar.

Quem não tem cão caça com gato.

Não há bela sem senão.

Não julgues o livro pela capa.

Quem tem medo compra um cão.

Quem casa quer casa.

Nem tudo o que luz é ouro.

Quem não é lobo não lhe veste a pele.

Quem não arrisca não petisca.

Com ferro se fere será ferido.

A galinha da vizinha é sempre melhor que a minha.

Quem nada não se afoga.

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Com as calças do meu pai também sou um grande homem.

Quem sai aos seus não degenera.

Filho de peixe sabe nadar.

 

 

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publicado às 09:31


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