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Diário de um jovem judeu

por Dona professora, em 11.06.15

23 outubro, 1942

Querido diário,

 

O exército alemão continua a perseguir Judeus na Alemanha. O problema é que se está a expandir para outros países. O meu pai diz que não passa disso, mas ao contrário dele, eu tenho medo. Os meus amigos da escola não se importavam se eu era Judia ou não, mas conforme Hitler foi construindo campos de concentração e matando cada vez mais Judeus, toda a gente no bairro e até na escola mudou. Já não podia passar à porta das pessoas, pois diziam que era “Maldição” e todos os meus antigos amigos não me ligavam nenhuma e afastavam-se.

Hoje de manhã ouvi a minha mãe a pedir o casaco ao meu pai. Achei um pouco estranho e fui ver o que é que se passava. Cheguei à sala e a minha mãe estava a bordar uma estrela de David no casaco do meu pai, fiquei calada. Mas, quando a minha mãe pegou no dela e fez igual. Não contive a curiosidade e perguntei para que é que servia. A minha mãe explicou-me muito calmamente. Logo de seguida, foi buscar o meu casaco para fazer o mesmo, mas a minha mãe interveio, dizendo que as crianças não precisavam. Claro que percebi que me estava a proteger, mas não argumentei. Porém a dúvida que predomina na minha mente é se esta perseguição terá um fim e qual será para mim e para a minha família.

 

 

 

Catarina Matos, 8.º ano

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publicado às 09:18


Uma aventura dos cinco

por Dona professora, em 11.06.15

Personagens: 

Kika-Maria Ana Silva

Madalena-Maria Inês Costa 

Carminho-Marta Góis

Margarida- Isabel Magalhães

Madame Carlota- Constança Bobone

Bebé Rute- Carolina Almeida

Tiago- Guilherme Rodrigues

 

Uma aventura dos cinco 

 

 

Tiago- Kika, Carminho, Rute (a gritar)! Venham está na hora. 

Rute- (de gatas entra) Eu ni vou à lasa de gémeas.  

(entra a kika e a carminho)  
kika- Já cá estamos! 

Carminho- Mas afinal, onde e por que é que vamos? 

Rute- O ti  é mandão e que que eu bá. 

Kika-Tu não vais Rute, que chata! 

Rute- oki, oki. 

Carminho- Mas explica lá Tiago,?! 

Tiago- (falando para Carminho) Tu, a Kika e eu vamos à casa das gémeas para a reunião do clube. 

Carminho-Ah! Então era isso! 

Kika- Era a que horas, Tiago? 

Tiago- Em princípio às 8.00 horas. Mas já são 8.15 horas. 

Carminho- Ok, vamos andando! 

Kika- (a gritar) Até já, mãe. 

Tiago-(a gritar) Até logo, tia. 

Rute- Tchau, tchau, não se nepam em abenturas. 

 

II 

 

Toca a campainha e entra em cena as gémeas, o Tiago, a Carminho e a Kika.  

 

Margarida- Olá meninos tudo bem? 

Tiago- Sim e convosco? 

Madalena- Está tudo ótimo, exceto a nota no exame de inglês. A minha mãe diz que não vou poder pertencer mais ao clube, 

Margarida-É verdade, eu confirmo. 

Kika- Vamos começar a nossa reunião. Va lá, despachem-se. 

Margarida- Ok! Vamos começar. 

  

 Todos em cena dirigem-se para o quarto. 

 

Carminho- Descobriram alguma coisa de interessante?  

Margarida- Eu e a minha irmã estivemos a vasculhar os jornais da cidade e nada. Não encontramos novidades, apenas crimes já resolvidos pela polícia local e a venda de uma casa que dizem que está assombrada. 

Kika- E se fôssemos ver essa tal casa assombrada? 

Carminho- Ai não, ainda estrago a maquilhagem. 

Madalena- Eu acho que não devíamos ir. Não pela maquilhagem, mas sim porque podemos arranjar sarilhos dos grandes. 

Tiago- Mas nós somos “maricas” ou quê? Já tivemos aventuras bem mais arriscadas do que esta. Va lá, coragem. 

Madalena- Se calhar o Tiago até tem razão. Vamos lá, à tal casa assombrada. 

Kika- Agarrem nas vossas lanternas. Vamos lá descobrir. 

Margarida e Madalena- Até logo, pai! 

 
 

III 

 

Tiago- Alguém sabe o caminho?  

Madalena- Eu tenho uns mapas comigo aqui da região.  Margarida, podes tirá-los da minha mochila. 

Margarida tira os mapas da mochila e passa-os a Tiago. 

Margarida- Toma! 

Tiago- Já e

 

 

 

stive a ver os mapas e não há nada de casas aqui perto é só florestas e mais florestas. 

Carminho- Querem que veja no meu telemóvel? Oh, não tenho internet. 

Kika- Claro que não, estamos no meio da floresta, se estivesses atenta às aulas de Geografia já sabias que não tinhas rede aqui. 

 

(Margarida com uns binóculos avista uma enorme e assustadora casa.) 

 

Margarida-É ali, malta. Vamos. 

Carminho- É muito longe posso estragar o salto do meu sapato. 

Tiago- Ninguém te mandou vir com esses sapatos. Sabias perfeitamente que vínhamos para o meio do mato. 

Carminho- E lá estás tu a reclamar outra vez. 

Madalena- Vamos ou não? 

Kika- Sim, vamos. Já está a ficar tarde, daqui a pouco é noite. 

Madalena- Sim, também acho. 

 

IV 

 

Fechando os estores entram na casa e Tiago espirra. 

 

Carminho- Que nojo, germes! 

Margarida- Até que enfim, prestaste atenção em alguma aula. 

Tiago- Bora lá, malta. Deixa de refilar, Maria do Carmo Pereira. 

  

Ouve-se um barulho, Kika e a Carminho gritam. 

Tiago- Chegamos, suas “mariquinhas”. 

Madame Carlota- Chegaram à casa mais assombrada do mundo e quem toma conta dela é a Madame Carlota 

Todos em coro- Não temos medo de si. 

Madame Carlota- Isso é o que vamos ver. Ah, Ah, Ah. 

Tiago-O que é que nos pode fazer? 

Madame Carlota- Muitas coisas... 

Kika- Tipo o quê? 

Madalena-( ironica) Ai, ai já estou a ficar com medo.  

Margarida-Para de gozar, ela não nos pode fazer nada! 

Madame Carlota- Acho melhor irem-se embora, podem arranjar problemas. 

Margarida- Fugam! Ela quer-nos matar. 

 

Gritam todos 

 

Madalena- Vamos morrer. 

Tiago- Parem de ser ”mariquinhas”! Vamos sair daqui, que péssima ideia Federica Gomes 

Kika-A ideia não foi só minha, para de ser injusto. 

Margarida- Sim, a Kika tem razão. 

Carminho- Já me dói os pés, vamos parar um pouco. 

 

Todos param de correr e sentam-se, a Madame Carlota põem-se em frente eles. 

 

Madame Carlota: Antes que gritem, deixem-me explicar: eu só quero ser vossa amiga. 

Madalena- Então porque é que nos ameaçaste?  

Madame Carlota- Eu achava que vocês eram intrusos, mas depois conheci-vos melhor e acho que são bons miúdos. 

Kika- Ah! Ok! Deem cá um abraço. 

Todos dão um abraço e o teatro acaba

 

5.º A e B

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publicado às 08:53


Ser poeta...pelos alunos do 7º ano

por Dona professora, em 29.04.15

IMG_20150429_171625.jpg

 

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publicado às 17:19


E se ninguém doasse sangue?

por Dona professora, em 29.04.15

Resultado de imagem para doar sangue

Doar sangue é uma questão que todos deviam conseguir responder apenas com uma agulha. Doar sangue é salvar vidas e não nos custa nada ficar sentado dois minutos a dar sangue se isso significar salvar vidas.

A recolha de sangue é importante porque os hospitais quando fazem transfusões precisam de garantir reservas de sangue de forma segura e abundantemente. E hoje em dia a falta de doações de sangue é um tema muito sério, pois existem muitas pessoas que estão a morrer devido à falta de reservas de sangue. 

Este problema está relacionado com as condições de dádiva, dado que as pessoas que têm ou tiveram hepatite ou outra doença infetocontagiosa; ou têm menos de 50kilos, entre outras condicionantes, não pode doar o seu sangue. Apesar de existirem pessoas que têm mesmo essas privações, existem outras que, com medo, inventam outras histórias.

Doar sangue a uma pessoa desconhecida é um ato de imensa consideração e generosidade pela pessoa. Hoje em dia as tecnologias evoluíram fazendo com que o processo de doar sangue seja mais seguro e simples, por isso devia haver mais gente a fazê-lo.

Se ninguém doasse sangue haveria muita gente a morrer de doenças que só podem ser curadas através da transfusões de sangue. Resumindo muita gente iria morrer desnecessariamente por falta de sangue, aumentando assim a taxa de mortalidade entre pacientes que poderiam ser salvos com uma simples doação de sangue. 

 

Afonso Cabral, Rafael Pina, 8ºA

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publicado às 08:57


Quadras soltas ao jeito da Luísa Ducla Soares

por Dona professora, em 15.04.15

A Bola 

 

Eu tenho uma bola

que uso para jogar. 

É como uma castanhola

que me ajuda a rematar. 

Maria Ana Silva e Francisco Colaço

 

Eu tenho uma bola 

que gosta de rebolar.

Salta como uma mola

e nunca quer parar.

Luca Nico e Carolina Almeida

 

A minha bola 

há muito que rola.

Quando a uso para jogar

entro num mundo de encantar.

Vasco Pereira e Larissa Bonani

 

 Numa folha de papel

 

Numa folha de papel 

muitas coisas posso usar. 

Mas um pincel

é o que melhor utilizar. 

 

Nela tanto posso imaginar

que o mundo vou encher,

só é preciso pintar

para a magia acontecer. 

Maria Inês e Guilherme Mota

A folha de papel 

é o oposto de cruel.

É nela que descarrego a criatividade

Onde desenho a felicidade. 

Guilherme Rodrigues e Tomás Miranda

Eu escrevi um poema,

mas tive um problema:

entornei o mel

na folha de papel

Tomás Cavaco e Lourenço Vieira

A tesoura

 

A minha tesoura

é cor de cenoura.

Corta, corta sem parar 

e com ela posso imaginar. 

João Branco e Isabel Magalhães. 

 

A minha querida tesoura 

não cvarre como uma vassoura,

mas corta com um machado, 

machado esse que é dourado. 

João Gonçalves e Francisco Costa

Uma borracha

 

Uma velha borracha

está dentro de uma caixa.

Está tão lá no fundo

que há noite tem um sono profundo. 

Marta Góis e Duarte Carneiro

5.º B

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publicado às 11:59


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