Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



O gigante e o cavalo

por Dona Professora, em 14.01.15

   Era uma vez um gigante que vivia sozinho num castelo sombrio. Todos os habitantes da aldeia o temiam, pois este, para além de ser enorme, tinha uma grande corcunda nas costas, era muito feio e tinha um aspeto assustador.

   Dizia-se na aldeia que ele comia crianças e usava os seus ossos para decorar as paredes. Comentava-se também que ele torturava os animais, arrancando-lhes as patas antes de os matar. Contudo, nada disto era verdade.

   O gigante era bondoso, mas era também muito infeliz por não ter nenhum amigo e devido à sua aparência. Passava o dia a cuidar das plantas do seu jardim interior, que eram as mais verdes e viçosas de todas.

   Certo dia, cansado de ser olhado de lado e temido por todos, o gigante arrumou as suas coisas e partiu para a montanha, deixando para trás o castelo vazio e as suas queridas plantas. Pretendia recomeçar a sua vida noutro local onde talvez pudesse finalmente fazer amigos.

   Caminhou durante sete dias até que, numa linda manhã, viu surgir diante dos seus olhos um magnífico cavalo branco que disse:

   - Bom dia, grande senhor. O que o traz a esta montanha? Posso ajudá-lo?

   - Tu… Tu… Tu falas? – perguntou o gigante com estranheza.

   - Claro que sim! Tu também não falas?

   - Mas tu és um cavalo. - respondeu o gigante.

   - E tu és um gigante. – disse o cavalo. – Vivo nestas montanhas desde que nasci e sei falar porque fui criado por pessoas. Também sou imortal. Também consigo voar.

   - Há alguma coisa que não consigas fazer, cavalo da perfeição?! – perguntou o gigante em tom irónico.

   - Claro que há. Tenho muita vontade de ter um amigo do coração com quem viajar por este mundo fora e não tenho. Tenho muita vontade de saber todos os segredos desta vida e não sei.

   - Cavalo, eu nem sei nada sobre tantas coisas… Mas gostava de as descobrir e partilhar com um amigo.

   E assim, na manhã do dia seguinte, o cavalo e o gigante partiram rumo ao desconhecido, com mil e uma aventuras emocionantes no horizonte.

 

Sofia Ribeiro, nº17 – 6ºA

Rafael Ribeiro, nº 15 – 6ºA

António Almeida, nº 2 – 6ºA

Madalena Cabral, nº 9 – 6ºA

Jéssica Duarte, nº 11 – 6ºB

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:14


Receita

por Dona Professora, em 06.01.15

  Um sonho perfeito

 (com monstros fofos de cuecas brancas com corações vermelhos e bolinhas amarelas)

 

Ingredientes:                                                                                                         Tempo:

- um pedaço de pelo de um monstrinho fofo;                                                      20 min

- cuecas brancas com corações vermelhos e bolinhas amarelas;

- uma nuvem inteirinha de algodão doce;

- ½ pitada de imaginação.

 

Preparação:

Mistura-se ½ pitada de imaginação com um pedaço de pelo do monstrinho fofo. Põe-se tudo no congelador durante 4 minutos.  

Rasga-se / Corta-se as cuecas em 75 bocados iguais.

Coloca-se tudo numa taça e leva-se ao forno durante 6 minutos.

  

 

Beba uma colherada por noite antes de ir dormir. Pode ter a certeza que tem uma noite descansada e sonha com monstros fofos de cuecas brancas com corações vermelhos às bolinhas amarelas!

E para que serve o algodão? Pergunta você. O algodão serve para o (a) senhor (a) comer se entretanto tiver fome!

                                             Bom apetite,

                                                                    quer dizer,

                                                                                            boa noite!

 

Mariana Cruz

nº12 - 6ºA

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:16


Sugestão de leitura: A Casa das Bengalas

por Dona Professora, em 16.12.14

A Casa das Bengalas é um livro de António Mota, que aborda a solidão e a velhice. Conta a história do avô Henrique, a personagem principal e a sua adaptação a um lar da terceira idade. A história comovente de um avô e um neto que não se esquece dos seus ensinamentos, sempre pronto a satisfazer as suas pequenas vontades. 

 

 

Apresentação do livro A casa das bengalas.ppsx

 

Gonçalo Lemos, 7.º A

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:51


ESOPO, o pai das fábulas

por Dona Professora, em 03.12.14

Esopo é considerado o pai das fábulas, porque lhe são atribuídas várias histórias em que os animais e a natureza personificados ensinam lições de vida. É considerado como o maior representante deste género literário.

Não se sabe ao certo quem foi ou até mesmo se terá alguma vez existido. No entanto, diz-se que terá nascido no final do séc. VII a.C. ou no início do séc. VI a.C., na região da Trácia, na Grécia. Contudo, sabe-se que, a ter existido, morreu em Delfos, executado injustamente. A razão da sua condenação é incerta. Uns dizem que foi devido a falsas acusações de sacrilégio, outros devido às suas zombarias, ou até mesmo por roubo, entre outras versões.

Segundo Heródoto, um historiador grego, sabe-se que, juntamente com Ródope, foi um dos escravos de Jádmon, um cidadão da ilha grega Samos. Esopo foi libertado pelo seu último dono devido às suas fábulas. Diz-se que ao contá-las encantou o seu dono que o pôs em liberdade.

Esopo nunca escreveu fábulas, apenas as inventava e contava. As suas histórias foram passando de boca em boca ao longo dos séculos. A sua obra aparece reunida pela primeira vez através de Demétrio de Faleros, no séc. III a.C.. As suas fábulas inspiraram também muitos outros escritores fabulistas, como por exemplo, Fedro e Jean La Fontaine.

Os animais das suas histórias representam o comportamento dos humanos. No entanto, por vezes, as suas personagens também são homens, deuses ou até seres inanimados. As suas personagens pretendem demonstrar que os seres humanos tanto podem agir para o bem como para o mal. No final de cada fábula surgia sempre uma moralidade que pretendia transmitir uma lição de vida, um ensinamento. 

Entre as fábulas que lhe são atribuídas podemos encontrar “A cigarra e a formiga”, “O leão e o rato”, “A raposa e as uvas” ou “O rato e a rã”.

5º B, texto coletivo

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:27


Texto de opinião: Matemáticas Assassinas

por Dona Professora, em 01.12.14

A propósito do livro Matemáticas Assassinas o Afonso Pimentel da turma do 7.º A apresentou um trabalho onde se pode ficar a conhecer alguns truques muito curiosos sobre a matemática.

 

Trabalho_Portugues_Afonso_Pimentel.pps

 

Afonso Pimentel, 7.º A

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:33


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D