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Versos soltos sobre o Dia do Pai

por Dona Professora, em 16.03.15

Pai é muito difícil de se ser

pois criar filhos é grande missão.

Muita paciência tem de ter

para educar com o coração.

 

O nosso pai é sempre o melhor

mesmo quando nos chama a atenção.

Sabemos que nunca é por mal

E que ele tem sempre razão.

 

Quando nos portamos mal

é o primeiro a ralhar.

Mas quando fazemos o bem

sabemos que nos vem ajudar.

 

 

 

 

 

João Branco, João Gonçalves e Tomás Miranda, 5º B

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publicado às 16:29


O verão

por Dona Professora, em 26.02.15

O verão é mais do que uma estação...

É um estado de espírito, 

uma emoção,

pois é aí que ouves esta canção!

 

O verão é amor, 

tudo é espectacular. 

Reina o calor,

e o amor está no ar!

                     Domingos Oliveira, 5.º B

 

O verão é a estação que me toca no coração. 

Sem verão não há festa.

Não há uma estação

tão fantástica como esta. 

                  Francisco Costa, 5.º B

 

O verão e o mar azul

fazem o mundo cantar.

Se não é a melhor estação

o mundo vai acabar. 

                    Maria Ana Silva, 5.º B

 

O verão é a melhor estação 

o sol toca-nos no coração.

O verão não pode acabar,

senão a terra vai gelar. 

                     Guilherme Rodrigues, 5.º B

 

Estamos no verão

estamos a voar

tem o espírito de uma canção

que me faz bailar.

                  Vasco Pereira, 5.º B

 

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publicado às 08:36


Há poeta na turma do 5.º A

por Dona Professora, em 25.02.15

Cavalo Selvagem

Cavalo selvagem 

quem anda no ar,

cavalga na terra 

e nada no mar.

 

Nunca te encontrei

nem hei de te encontrar,

mas sonho contingo 

à beira do mar

 

 

 

 

João Fernandes, 5.º A

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publicado às 17:16


O que é escrever?

por Dona Professora, em 09.02.15

Escrever é voar com um lápis na mão. 

É vaguear por linhas, com o pássaro da imaginação. 

Pássaro de negras penas, negras como o carvão. 

Voa pelos céus, transporta a ilusão. 

 

João Fernandes

5ºA

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publicado às 10:39


A fada Marina e o rato João Ratolas

por Dona Professora, em 15.01.15

   Era uma vez uma fada chamada Marina que vivia numa casa muito velha feita de madeira, na companhia de um rato chamado João Ratolas.

   O local ficava no meio da floresta, bem longe da cidade e escondido da vista de todos, pois a casa estava camuflada pelas árvores e os arbustos e apenas a fada e o rato conseguiam lá chegar, graças ao seu espetacular sentido de orientação.

   Este casal guardava um grande segredo. Noutros tempos o rato tinha sido um lindo príncipe, desejado por todas as raparigas do reino. Mas ele só tinha olhos para a linda Marina e recusou casar-se com a princesa Deolinda.  Então, furiosa, esta foi a casa da bruxa Rugas Feias e encomendou uma poção para transformar o príncipe em rato e para encolher a sua fada amada.

   Desde essa altura que viviam assim, isolados e com vergonha de se mostrarem aos outros.

   A única forma de quebrar esse feitiço era encontrar o relógio do tempo que estava escondido algures numa gruta medonha, habitada por criaturas malvadas, com esqueletos de humanos e aranhas peludas. Como se não bastasse, o guardião dessa gruta era um ogre verde, enorme, com apenas um dente à frente e um hálito a podre que fazia desmaiar quem se aproximasse.

   Durante anos, o rato e a fada tiveram medo de entrar na gruta e enfrentar todos os seus perigos. Contudo, certa manhã, a fada acordou e disse ao seu amado:

   - Querido João, esta noite tive um sonho que vai salvar as nossas vidas. Ainda tenho poderes, apesar de fraquinhos, pois agora estou em miniatura. Sou capaz de nos pôr invisíveis, mas apenas durante cinco minutos. Deve ser o suficiente para lá dentro cantar uma canção de embalar e adormecer o terrível ogre. Quando ele estiver a dormir procuraremos o relógio e faremos a viagem no tempo até ao dia em que a Bruxa Rugas Feias fez a poção que nos deixou desta maneira.

   O João Ratolas concordou com o plano e, no dia seguinte, puseram-no em prática.

   - Dorme, dorme, ogrezinho, chegou a hora do soninho... – cantou baixinho a fada invisível.

   Poucos segundos depois o feio ogre começou a roncar. Foi aí que Marina e João começaram a procurar por todo o lado o relógio do tempo.

   Quando o encontraram e conseguiram sair da gruta, voltaram a estar visíveis e fizeram a viagem no tempo.

   Assim, o feitiço quebrou-se, os apaixonados voltaram à forma normal e casaram-se finalmente.

   Vitória, vitória, acabou-se a história!     

 

                                                                                              Francisco Pinheiro, nº4

Joana Custódio, nº6

João Freire, nº7

João Silva, nº9

             Maria Pepe, nº10  

Maria Ramalho, nº11

(5ºA)

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publicado às 15:11


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