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Histórias Maravilhosas do Oriente (IV)

por Dona Professora, em 27.02.14

    Do outro lugar, o irmão do meio, Ali, encontrava-se no meio do deserto no seu camelo a andar durante horas.

Ali, cansado de andar pelo deserto foi directamente para a cidade onde encontrou um pregoeiro que lhe mostrou um anel de diamantes.

    O pregoeiro perguntou ao príncipe:
    -Você veio de onde? Não é daqui da terra, pela sua roupa.

    - Não! Sou de uma cidade do Oriente. Já reparei que tem aqui um ótimo anel de diamantes. Quanto custa? – perguntou Ali entusiasmado.

    O pregoeiro respondeu:

    - Custa 50 escudos.

    - É bonito. Vou levá-lo. - elogiou Ali. 

    O pregoeiro começou a embrulhar o anel de diamantes e agradeceu.

 

    Ali foi dar umas voltas pela cidade para ver se encontrava mais alguma raridade para oferecer à princesa. Depois de dar muitas voltas, foi para a estalagem, viu um telescópio de marfim. Perguntou quanto custava, mas não tinha dinheiro suficiente para pagar. Entrou na estalagem e foi para a cama.

    No dia seguinte foi à procura de trabalho para ver se encontrava algo que permitisse ganhar dinheiro para a compra do telescópio. Foi falar com o pregoeiro a perguntar se conhecia alguém. Ele disse-lhe que sim, que conhecia um agricultor que precisava de ajuda para o campo porque estava a ficar velho. O pregoeiro falou com o agricultou para lhe dizer que já tinha encontrado alguém para o ajudar. Ali, foi ter com o agricultor e perguntou-lhe:

    - Quando eu posso começar a trabalhar?

    O agricultor respondeu-lhe:

    - Podes começar agora.

    Ali, ficou muito contente.

 

   Umas semanas depois, o príncipe já tinha dinheiro suficiente para comprar o telescópio e ia-se despedir do agricultor. Foi então que soube que o velho estava muito doente e tinha morrido. O príncipe ficou triste. Ali foi comprar o telescópio e perguntou à senhora da loja se o agricultor tinha filhos ou sobrinhos. A senhora respondeu que ele era casado, mas não tinha filhos nem sobrinhos. Ali comprou o telescópio e foi para casa do velho, onde lá ficou a cuidar da casa e do campo até ao fim do ano.

    Um determinado dia, chega a casa a mulher do velho que tinha desaparecido há muito tempo e perguntou-lhe quem ele era. Ele respondeu-lhe e explicou quem era e o que tinha acontecido ao seu marido. Ela ficou em choque e admirada com o que tinha acontecido. Ele explicou-lhe a promessa que tinha feito ao pai e a mulher do velho disse-lhe para ele ir que ela cuidava da casa. Ele aceitou e foi-se embora.

    A caminho de casa , ele passou pela estalagem onde os irmãos estavam à sua espera. Houssain e Ahmed chamaram-no para irem juntos os três para casa. Ao longo do caminho começaram os três a contar as suas experiências das suas viagens.

 

Quando chegaram a casa, o pai e a princesa estavam à sua espera. Cumprimentaram-se e entraram no castelo. A primeira coisa que o pai fez foi ver as raridades que cada filho trazia. Os três irmãos mostraram as raridades que tinham comprado e o pai levou-as para escolher a mais bonita, com a princesa. 

    Foi então que Ali, com a espera, começou a pensar nos bons momentos que tinha passado com o velho. Decidiu então dar as suas raridades à princesa e ir-se embora para a cidade tomar conta da casa. Chegou a casa do velho, tocou à campainha e a mulher do velho foi abrir a porta. Disse-lhe para entrar. Ali entrou e perguntou:

    - Pode por favor falar um pouco do seu marido?

     E ela respondeu:

    -Claro que posso.

    Ela disse que o marido era simpático, muito boa pessoa e que nuca se metia em problemas. Ali, ao ouvir a história decidiu cuidar da casa. Ele tinha lá muitas recordações. Quando a mulher do velho acabou de contar a experiência, Ali começou também a contar as experiências que teve com o agricultor. 

 

    O pai de Ali mandou chamá-lo para lhe dizer que ele e o irmão Ahmed tinham escolhido as melhores raridades. Ele não se importou e desejou as maiores felicidades ao seu irmão. E foi trabalhar para o campo, onde ficou a viver naquela casa para sempre.  Ahmed e a princesa viveram felizes para sempre. 

 

 

Gonçalo Santos e Beatriz Gomes, 7.º A

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publicado às 12:39


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