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A bruxa que não sabia ler

por Dona Professora, em 10.12.15

Era uma vez um cavaleiro que adorava caçar. Tinha muitas pretendentes, pois era considerado um dos mais belos do seu reino. O seu cabelo parecia ouro brilhando ao sol e os seus olhos duas pedras preciosas, de tão verdes que eram. Naquele dia andou, andou até que se perdeu na floresta. Ele tinha ido caçar com o seu cavalo mais veloz, mas como era muito curioso, acabou por afastar-se do seu castelo, distraído com os animais e plantas que ia encontrando. A certa altura percebe que já não conseguia voltar para casa, pois tinha andado tanto que já estava numa parte da floresta que desconhecia. O seu cavalo estava muito cansado e quase que se recusava a andar.

Então o cavaleiro decide parar junto a uma fonte para dar água ao cavalo e descansar. Eis que ao longe avistou uma jovem bela. Parecia uma verdadeira donzela dos contos de fadas. Estava a colher frutos silvestres perto de uma amoreira. O cavaleiro, como era muito curioso, foi logo meter conversa com ela:

-Cof .... cof... Olá, jovem donzela. Parece muito distraída, não tem medo de andar pela floresta sozinha?

- Não falo com estranhos. – declarou arrogantemente a jovem.

- Mas só serei um estranho se não me conhecer. Permita-me apresentar: sou Alfredo Tobias Fulgêncio, ao seu serviço. Cavaleiro principal do rei. – disse com cerimónia, ajoelhando-se - Agora já não somos estranhos.

- Continua a ser um estranho, pois não o conheço. Agradeço que se afaste – pediu ela sem muita simpatia.

- Ora, não sejais assim tão rude. Afinal parece que somos ambos da mesma idade. Não me quereis dizer pelo menos o seu nome? –insistiu ele.

-Chamo-me... hum... hum... Juliana... hummm Juliana da Silva... – disse demoradamente como quem procurava as palavras na sua cabeça.

-Pareceis não ter a certeza do seu nome. Cheira-me que estais a mentir. Morais por aqui? Os seus pais estão por perto? Colheis amoras, porquê? Gostais de frutos?

-CALA-TE! – gritou a rapariga assustada com tantas perguntas. Não queiras saber tudo acerca de tudo. Acredita que é melhor.

Dito isto a rapariga afastou-se decisivamente do cavaleiro, contudo este, morto de curiosidade por conhecê-la, seguiu a jovem levando o seu cavalo pela mão. No entanto, ela conseguiu escapulir-se e sair da vista do rapaz. O cavaleiro procurou a jovem, mas não via nada, apenas a entrada de uma gruta que nunca antes tinha visto.

Para não variar, não resistiu a entrar movido pela sua curiosidade. Atou o seu cavalo a uma árvore e pé ante pé entrou na gruta. Esta era rochosa, húmida e escura, as suas paredes tinham pedras preciosas que brilhavam no meio da escuridão. Apesar do brilho cintilante, a caverna tinha um aspeto frágil, pois parecia que iria desabar a qualquer momento. Ao fundo, com uma tocha na mão, vê uma velha feia, muito alta e com um nariz adunco. Estava toda vestida de preto com uns sapatos pontiagudos, tal e qual uma feiticeira. Junto dela, estava um anão ruivo, barbudo e anafado a quem ela insistentemente dava ordens. O anão parecia não ter grande escolha e apenas abanava a cabeça, curvado.

-Bo- bo-boa tarde... estava aqui a passar e vi uma jovem moça que encontrei ao pé da fonte... Por a-a-acaso não a viu? – perguntou medrosamente.

-Não vi nada... Saia daqui imediatamente – ordenou a velha.

O cavaleiro abriu muito os olhos e percebeu que o anão apontava para a bruxa como se quisesse comunicar com ele. Fazia-lhe sinais, saltitava e olhava para ela de olhos arregalados.

-Não ouviu? SAIA! – gritou ela.

-Mas... mas tem mesmo a certeza que não viu... A sério? Ela é bonita, impossível de passar despercebida! Não viverá por aqui? De certeza? Queria saber quem ela é.

-Tanta pergunta... a curiosidade matou o gato... ABRACADABRA!

O cavaleiro tentou argumentar, mas da sua boca apenas saia ar... nem uma vozinha fininha ou outro som qualquer... nada!

-Acompanha-o para fora daqui – mandou a bruxa, dirigindo-se para o anão.

O anão empurrou o rapaz até ao cavalo.

-Que mania de fazerem tantas perguntas – resmungou o anão, olhando para o cavalo - depois ela chateia-se e é sempre a mesma coisa... ficam todos mudos.

O cavalo parecia ouvi-lo, mas o Cavaleiro só via a boca do anão a mexer-se e nada ouvia. Ele resmungava até que, nesse momento, o anão puxa do bolso um pequeno caderno preto escrivinhado com letras feitas à pressa e um lápis preso numa ponta.

“A bruxa da gruta é uma mulher muito má... Lá dentro é a criatura mais feia da floresta, mas quando sai torna-se tão bela, capaz de encantar qualquer um. No entanto, ela não gosta que falem consigo, porque não tem sobre o que conversar. Ela não quer ir à escola e envergonha-se de ser uma bruxa de segunda! Só sabe um feitiço que lhe ensinou a sua mãe. Apenas consegue por as pessoas mudas. Ela vive sozinha nesta floresta e infeliz porque todos são mudos por sua culpa. Há um livro de feitiços que tem a receita para reverter esta e outras maldições. Contudo, ela não sabe ler e não sabe onde o colocou. Leva-me contigo e eu ajudar-te-ei. Também eu fui enfeitiçado pela bruxa.”

O Cavaleiro ficou boquiaberto com a informação que acabara de ler e percebeu que a única forma de comunicarem seria através daquele caderno. Então, pegou no lápis e escreveu também:

“O quê? Tu foste amaldiçoado? Mas quem és tu? E esse livro onde está? Como podemos lá chegar? É difícil? O que vamos fazer?”

O Anão abanou a cabeça em sinal de desagrado. Afinal o Cavaleiro não percebia que foram as suas perguntas que o tinham posto naquela situação.

“Que curioso me saíste! Bem... vamos por partes. O livro está escondido no sítio mais escuro da caverna e se a bruxa fosse esperta saberia fazer um feitiço para o descobrir. Temos de lá entrar sem ela dar por isso.”

O anão solta o cavalo que entra para dentro da gruta e come todos os frutos silvestres da bruxa. Esta, irritada, vai atrás do cavalo. Simultaneamente o anão e o Cavaleiro entram na gruta. O rapaz seguiu o seu novo amigo. Entraram numa parte muito escura e húmida, mas aqui já não havia pedras preciosas. Cheirava a mofo e as paredes tinham teias de aranha. O medo, no entanto, não os impediu de irem até ao fundo, pois queria muito voltar a falar. Lá mesmo ao fundo, estava uma caixa coberta de pó. O anão abre-a e esconde o livro debaixo da sua roupa.

Pé ante pé, conseguem sair da gruta sem serem vistos. Encontram o cavalo escondido numa clareira, perto dali. O anão parecia que sabia o que estava a fazer. Abre decisivamente o livro na página 83 que tinha a fórmula para reverter o feitiço. Descobriram que tinham de beber água da fonte e bater o pé três vezes dizendo (sem voz): ABRACADABRA o gato matou a curiosidade.

Então, montaram o cavalo que galopou velozmente em direção à fonte onde outrora tinha o cavaleiro visto a menina bonita. Chegados ao local, deram um golo muito grande na fonte com a ajuda da mão. Bateram com o pé no chão três vezes, enquanto tentavam dizer:

-ABRACADABRA o gato matou a curiosidade!

E o anão tinha razão. De repente voltaram a falar.

- Boa, finalmente tenho voz – gritou efusivamente o cavaleiro.

- Sim, mas lembra-te que foram as tuas perguntas idiotas que te puseram nesta situação. Pensa antes de falar de hoje em diante.

- Está bem, mas aquela bruxa podia ser um pouco mais esperta. Vai morrer sozinha se continua a fazer feitiços destes.

Entretanto ouviram passos. O Cavaleiro olhou em direção ao som e viu a jovem que tinha encontrado anteriormente. O anão, ao ver aquela figura feminina de uma beleza rara, puxou o Cavaleiro e aflitivamente disse:

-Vamos fugir que ela anda por aí...

O Cavaleiro percebeu nesse momento que afinal a jovem bela que vira na fonte era a bruxa que os tinha enfeitiçado. O anão que vivera tantos anos naquela floresta conhecia todos os caminhos e acompanhou o Cavaleiro até à corte. Como forma de reconhecimento e por agora ser o dono do livro de feitiços convidou-o para ser o Mago Real do reino onde vivia, tornando-se companheiros de muitas aventuras.

 

Texto coletivo, 7º ano

 

 

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publicado às 14:49


Histórias Maravilhosas do Oriente (IV)

por Dona Professora, em 27.02.14

    Do outro lugar, o irmão do meio, Ali, encontrava-se no meio do deserto no seu camelo a andar durante horas.

Ali, cansado de andar pelo deserto foi directamente para a cidade onde encontrou um pregoeiro que lhe mostrou um anel de diamantes.

    O pregoeiro perguntou ao príncipe:
    -Você veio de onde? Não é daqui da terra, pela sua roupa.

    - Não! Sou de uma cidade do Oriente. Já reparei que tem aqui um ótimo anel de diamantes. Quanto custa? – perguntou Ali entusiasmado.

    O pregoeiro respondeu:

    - Custa 50 escudos.

    - É bonito. Vou levá-lo. - elogiou Ali. 

    O pregoeiro começou a embrulhar o anel de diamantes e agradeceu.

 

    Ali foi dar umas voltas pela cidade para ver se encontrava mais alguma raridade para oferecer à princesa. Depois de dar muitas voltas, foi para a estalagem, viu um telescópio de marfim. Perguntou quanto custava, mas não tinha dinheiro suficiente para pagar. Entrou na estalagem e foi para a cama.

    No dia seguinte foi à procura de trabalho para ver se encontrava algo que permitisse ganhar dinheiro para a compra do telescópio. Foi falar com o pregoeiro a perguntar se conhecia alguém. Ele disse-lhe que sim, que conhecia um agricultor que precisava de ajuda para o campo porque estava a ficar velho. O pregoeiro falou com o agricultou para lhe dizer que já tinha encontrado alguém para o ajudar. Ali, foi ter com o agricultor e perguntou-lhe:

    - Quando eu posso começar a trabalhar?

    O agricultor respondeu-lhe:

    - Podes começar agora.

    Ali, ficou muito contente.

 

   Umas semanas depois, o príncipe já tinha dinheiro suficiente para comprar o telescópio e ia-se despedir do agricultor. Foi então que soube que o velho estava muito doente e tinha morrido. O príncipe ficou triste. Ali foi comprar o telescópio e perguntou à senhora da loja se o agricultor tinha filhos ou sobrinhos. A senhora respondeu que ele era casado, mas não tinha filhos nem sobrinhos. Ali comprou o telescópio e foi para casa do velho, onde lá ficou a cuidar da casa e do campo até ao fim do ano.

    Um determinado dia, chega a casa a mulher do velho que tinha desaparecido há muito tempo e perguntou-lhe quem ele era. Ele respondeu-lhe e explicou quem era e o que tinha acontecido ao seu marido. Ela ficou em choque e admirada com o que tinha acontecido. Ele explicou-lhe a promessa que tinha feito ao pai e a mulher do velho disse-lhe para ele ir que ela cuidava da casa. Ele aceitou e foi-se embora.

    A caminho de casa , ele passou pela estalagem onde os irmãos estavam à sua espera. Houssain e Ahmed chamaram-no para irem juntos os três para casa. Ao longo do caminho começaram os três a contar as suas experiências das suas viagens.

 

Quando chegaram a casa, o pai e a princesa estavam à sua espera. Cumprimentaram-se e entraram no castelo. A primeira coisa que o pai fez foi ver as raridades que cada filho trazia. Os três irmãos mostraram as raridades que tinham comprado e o pai levou-as para escolher a mais bonita, com a princesa. 

    Foi então que Ali, com a espera, começou a pensar nos bons momentos que tinha passado com o velho. Decidiu então dar as suas raridades à princesa e ir-se embora para a cidade tomar conta da casa. Chegou a casa do velho, tocou à campainha e a mulher do velho foi abrir a porta. Disse-lhe para entrar. Ali entrou e perguntou:

    - Pode por favor falar um pouco do seu marido?

     E ela respondeu:

    -Claro que posso.

    Ela disse que o marido era simpático, muito boa pessoa e que nuca se metia em problemas. Ali, ao ouvir a história decidiu cuidar da casa. Ele tinha lá muitas recordações. Quando a mulher do velho acabou de contar a experiência, Ali começou também a contar as experiências que teve com o agricultor. 

 

    O pai de Ali mandou chamá-lo para lhe dizer que ele e o irmão Ahmed tinham escolhido as melhores raridades. Ele não se importou e desejou as maiores felicidades ao seu irmão. E foi trabalhar para o campo, onde ficou a viver naquela casa para sempre.  Ahmed e a princesa viveram felizes para sempre. 

 

 

Gonçalo Santos e Beatriz Gomes, 7.º A

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publicado às 12:39


Histórias Maravilhosas do Oriente (III)

por Dona Professora, em 27.02.14

De seguida, Ali seguiu pela estrada do meio até que se deparou com um bando de mercadores. Depois, olhando bem em sua volta, apercebeu-se que estava em Badajoz. Era uma coisa linda, o príncipe olha em sua volta e o que via eram mercadores, uma cidade bonita. Para cada canto que olhava só via coisas magníficas, mas todas lhe pereciam vulgares. Eis que viu um lindo amuleto. Este tinha uma forma triangular, linda e brilhante como o sol nas tardes de verão, porém, o príncipe reparou que havia um género de pedrinha vermelha no centro do amuleto.

Ali dirigiu-se até à bancada onde se encontrava o amuleto e então perguntou:

-Boa tarde, para que serve este amuleto?

-Muito boa tarde, este amuleto tem uma característica especial, muito especial! -afirmou o mercadora.

-Então, qual é?

-Este amuleto tem o poder de fazer o tempo voltar atrás. Para tal basta carregar neste botão vermelho e, dependendo do tempo que carregar no botão, o tempo volta atrás.

-E quanto custa?

-Sesenta dinheiros!

-Tanto?

-Sim, se quiser eu faço-lhe uma demonstração. Mas não se admire, pois este amuleto é muito valioso!

-Muito bem, então faça!

A mercadora voltou atrás no tempo, o príncipe espantado quis logo comprar. Então deu sessenta dinheiros à mercadora.

Muito contente o Ali fez-se à estrada e montado no seu cavalo caminhou até à estalagem. Quando chegou não estava lá nenhum dos irmãos, portanto ficou à espera e pensou que iria ser ele a casar com a princesa.

De repente Ali reperou que ao fundo da sala estava uma espada pendurada na parede e que começou a brilhar. Intrigado o príncipe foi perguntar ao dono da estalagem a história daquela espada. O dono da estalagem explicou-lhe que aquela espada era mágica e que permitia detetar o perigo!

O príncipe pensou muito bem, mas não se conseguia decidir o que seria melhor: um lindo amuleto que fazia o tempo voltar a trás ou uma espada que detetava o perigo?

O prícipe pensou, pensou e pensou até que se decidiu. O amuleto era muito melhor e também ja não tinha dinheiro, o príncipe já estava decidido!

E assim fez. Quando os seus irmão regressaram, foram todos para o palácio real e secretamente Ali esperava que fosse o escolhido para casar com a princesa. 

Diogo Santos e Rita Costa, 7.º ano

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publicado às 12:36


Histórias Maravilhosas do Oriente (II)

por Dona Professora, em 27.02.14

A propósito da leitura de um excerto da obra Histórias Maravilhosas do Oriente, de Pearl S. Buck, os alunos da turma do 7º ano escreveram uma pequena narrativa que conta as aventuras dos irmãos Ahmed e Ali na busca de uma raridade para poderem casar com a bela princesa Nouronnibar. Eis mais uma apresentação em PowerPoint que foi representada na aula. 

 

Ali e a sua grande aventura.ppsx

 

 

Duarte Forte e Maria Ribeiro, 7.º A

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publicado às 12:35


Literatura Fantástica (III)

por Dona Professora, em 27.02.14

Apesar do desejo de ir até àquela casa misteriosa, John e Mary Anne sabiam que tinham de ser rápidos, mas cautelosos. Afinal não queriam levar um ralhete por demorar tanto a chegar a casa depois das aulas.

A casa estava situada no topo de uma colina. Ao aproximarem-se tiveram de ganhar coragem para subir até às suas imediações. Todos os dias passavam à beira da casa, mas hoje era preciso coragem para entrar. Chegados ao portão, John sentiu um calafrio e por momentos hesitou. Não desistiu da ideia de entrar porque queria impressionar Mary Anne. Agora era tarde demais para se acobardar. Mary Anne olhou para ele com um olhar desafiador:

- Chegámos… Estás pronto? É agora ou nunca!

-Hmpf… si-si-sim…

Observaram o portão. Este outrora fora verde, mas agora sobrepunha-se a ferrugem. John já uma vez tinha entrado. O portão estava sempre aberto e ele nunca se lembrava de alguma tê-lo visto fechado. A distância do portão à casa não era muita, já tinha inclusivamente espreitado para dentro do edifício antigo, mas mais do que isso não fora capaz de ousar. Agora era o momento de finalmente entrar e explorar aquele lugar que tanta curiosidade lhe despertava.

Levantava-se uma aragem mais forte. Deram os primeiros passos em direção à casa quando de repente ouviram o ranger do portão a romper por entre a ferrugem. Seguiu-se um estrondo, Mary Anne gritou e abraçou o novo amigo, porém este não sabia como reagir. Entre o susto e o pouco à vontade que sentiu com aquele abraço, John perguntou:

-O que foi isto? Estás bem? O portão fechou-se?! – estranhou.

-O portão fechou-se… achas que foi o vento? – sugeriu Mary Anne.

-Com certeza… - esforçou-se ele por acreditar naquela teoria. Desembaraçou-se de Mary Anne com uma sacudidela e foram até à porta sem pensar muito se o portão abriria ou não quando quisessem sair. Os seus passos eram vagarosos e ouvia-se o pisar dos ramos secos no chão. Aquele era o momento da verdade. A mão trémula do rapaz aproximou-se da maçaneta. Uma gordura viscosa pingava do manípulo. Mesmo assim, John tentou abrir a porta. Abanou, empurrou, pontapeou… e nada! A porta não cedeu! 

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publicado às 11:47


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